Homenagem à Gizele Martins

No próximo sábado (16), o mandato do vereador Renato Cinco entregará a medalha Pedro Ernesto, maior comenda da Câmara Municipal, para a comunicadora popular e militante Gizele Martins. A atividade será realizada no Museu da Maré, a partir das 15h.

Será uma tarde de homenagens à companheira! Para abrir os trabalhos, teremos o debate “Militarização da vida e resistência nas favelas cariocas”, com a participação da Renata Souza (doutora em comunicação e cultura e comunicadora popular), Maria dos Camelôs (trabalhadora ambulante), Patrícia Oliveira (integrante do Mecanismo Estadual de Prevenção e Combate à Tortura) e Glaucia Marinho (Justiça Global).

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Entrega da medalha Pedro Ernesto para a Asduerj

Os sucessivos governos do PMDB foram desastrosos para a Universidade Estadual do Rio de Janeiro. As aulas estão suspensas desde dezembro do ano passado devido à falta de recursos para a manutenção dos campus. Os salários de professores e terceirizados estão atrasados. Alguns não recebem os vencimentos desde janeiro.

Neste cenário, a Associação de Docentes da UERJ (Asduerj) vem batalhando incansavelmente em defesa da universidade.

Em justo reconhecimento dessa luta, o mandato de Renato Cinco (PSOL) tem a honra de entregar, no dia 31 de agosto (quinta-feira), a Medalha Pedro Ernesto, a maior honraria da Câmara Municipal, para Asduerj. A homenagem será realizada no auditório 71 do Campus Maracanã, a partir das 18h. (more…)

Oscar Olivera agora é cidadão carioca!

A Câmara Municipal aprovou, em sessão na última terça-feira (16), o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) nº 5/2017, de autoria de Renato Cinco, que concede o título de cidadão honorário do Rio de Janeiro para Oscar Olivera.

Oscar foi uma das lideranças da “Guerra da Água” de Cochabamba, na Bolívia. No contexto do Rio de Janeiro, de manifestações contra a privatização da Cedae, a vitoriosa batalha dos bolivianos serve de inspiração.

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Homenagem à Claudia Santiago

No mês marcado pelo “Dia Internacional das Mulheres” nada mais justo do que homenagear companheiras de luta. O nosso mandato já homenageou com a entrega da medalha Chiquinha Gonzaga Luciene Lacerda, uma das articuladoras da Marcha de Mulheres Negras; Paula Inara Melo, doula e militante do movimento de luta pelo parto natural; Sandra Carvalho, militante dos direitos humanos, cofundadora e diretora da Justiça Global; e Eleutéria Amora, coordenadora da Casa da Mulher Trabalhadora (Camtra), entidade que constrói o Fórum Estadual de Combate à Violência Contra a Mulher (FEM).

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Homenagem a Rodrigo Mac Niven

Retratar realidades. Esta é a especialidade do diretor e roteirista Rodrigo Mac Niven. Autor de produções como “Cortina de Fumaça”, que aborda a política de drogas no país, e “O Estopim”, sobre o assassinato do pedreiro Amarildo, Rodrigo mete o dedo na ferida. Seu novo filme, “Olympia”, faz uma abordagem qualificada e inovadora sobre a corrupção no Brasil e no mundo.

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Homenagem à Dona Penha da Vila Autódromo

Maria da Penha Macena, mais conhecida como Dona Penha, é moradora da Vila Autódromo, na zona oeste do Rio, há 23 anos. Em junho de 2015, teve o nariz quebrado pelos golpes de cassetete de um guarda municipal, quando tentava impedir uma das muitas demolições ilegais feitas pela Prefeitura. A ação foi registrada e denunciada, mas nada foi feito para responsabilizar o agressor. (more…)

Homenagem à Maria Inês Bravo

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O mandato do vereador Renato Cinco realizará, durante o II Congresso de Assistentes Sociais do Estado do Rio de Janeiro, a entrega da medalha Pedro Ernesto para Maria Inês Bravo. Professora da Faculdade de Serviço Social da UERJ e coordenadora do Grupo de Estudos Gestão Democrática na Saúde e Serviço Social, Maria Inês é uma das referências nas discussões sobre saúde pública no país, tendo protagonismo em iniciativas como a Frente Nacional contra a Privatização da Saúde.

A entrega da medalha acontecerá na sexta-feira (13), às 20h, no Instituto Superior de Educação do Rio de Janeiro (Rua Mariz e Barros, 273).

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DCE da UFRJ recebe a medalha Pedro Ernesto

Untitled-1A noite de 7 de abril de 2016 serviu para manter viva a história combativa do DCE Mário Prata (UFRJ) em defesa da democracia e por uma educação pública de qualidade. Representantes de diferentes gerações do movimento estudantil se reuniram para recordar momentos de luta e receber a medalha Pedro Ernesto, oferecida ao DCE por iniciativa do mandato do vereador Renato Cinco.

A mesa da atividade foi formada por Luiz Rodolfo “Gaiola” (tradutor e militante do Grupo Tortura Nunca Mais) – diretor da entidade nos anos 1960 (gestão 68/69); Alcebíades Teixeira “Bid” – membro do DCE nos anos 1980; Anderson Ulisses – diretor nos anos 1990 (gestões 94/95, 95/96 e 99/00); e Luíza Foltran – da atual diretoria.

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Feminismo em debate no Espaço Plínio

44Com justa homenagem às doulas e um rico debate sobre feminismo e marxismo, nosso mandato encerrou com chave de ouro o mês de luta das mulheres no Espaço Plínio. O debate conduzido por Camila Valadão, assistente social e militante feminista, teve como tônica a desconstrução da ideia de que a posição de poder dos homens em relação às mulheres é natural ou um mero acaso.

Durante as suas falas, Camila trouxe diversas reflexões sobre a necessidade de compreendermos o machismo e a misoginia como estruturais e estruturantes da sociedade capitalista. Justamente por isso, é tão fundamental que se utilize o método marxista de análise da realidade também quando o tema é feminismo.

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DCE da UFRJ será homenageado com medalha Pedro Ernesto

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No dia 7 de abril (quinta-feira), às 18h30, o mandato do vereador Renato Cinco vai oferecer a medalha Pedro Ernesto ao Diretório Central dos Estudantes da UFRJ. A atividade será realizada no Campus da Praia Vermelha da UFRJ, em frente ao DCE. Será realizado um debate com Luiz Rodolfo “Gaiola” (tradutor e militante do Grupo Tortura Nunca Mais) – diretor da entidade nos anos 1960 (gestão 68/69); Alcebíades Teixeira “Bid” – membro do DCE nos anos 1980; Anderson Ulisses – diretor nos anos 1990 (gestões 94/95, 95/96 e 99/00); e representante da gestão dos anos 2010.

Após o debate, haverá uma confraternização com apresentações do MC Leonardo e DJ´s.

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Pela vida das mulheres: legalizar o aborto!

2A próxima terça-feira é 8 de março, dia internacional de luta das mulheres. Assim como nas grandes manifestações do final do ano passado, mais uma vez as mulheres do Rio ocuparão as ruas da cidade.

Sob o lema “É pela vida das mulheres, legalizar o aborto já! Não podemos pagar pela crise!”, além de marcar a data tradicional no calendário de luta feminista, o protesto terá como objetivo chamar a atenção para os efeitos das diversas crises em curso no país – econômica, da saúde, da educação… –  na vida das mulheres; e para o debate cada vez mais urgente sobre a legalização e descriminalização do aborto.

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Luizinha de Nanã receberá a Medalha Pedro Ernesto

6No próximo sábado (28), o mandato do vereador Renato Cinco vai entregar a Medalha Pedro Ernesto à Heloisa Helena Costa Berto, a Yalorixá Luizinha de Nanã – moradora da comunidade Vila Autódromo. A atividade será realizada durante o II Festival Cultural #OcupaVilaAutódromo.

Luizinha de Nanã também será homenageada com o prêmio Dandara, por iniciativa do deputado estadual Flavio Serafini. O Prêmio Dandara é dedicado a pessoas que empregam esforços na valorização da mulher afrodescendente, latino-americana e caribenha no estado do Rio de Janeiro.

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Vito Giannotti vive: a luta continua, porra!

Nesta quinta-feira (19), os mandatos do vereador Renato Cinco e do deputado estadual Flavio Serafini realizaram a entrega póstuma das medalhas Pedro Ernesto e Tiradentes a Vito Giannotti.

A homenagem aconteceu durante o “Curso Anual do Núcleo Piratininga de Comunicação” (NPC), instituição que Vito fundou junto com a companheira Cláudia Santiago, e que promove formação em comunicação popular para movimentos sociais e organizações sindicais.
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No mês da consciência negra, um viva à Dandara!

Nesse novembro, mês em que se comemora o “Dia da Consciência Negra”, nosso mandato homenageia não a Zumbi, mas às Dandaras guerreiras que lutam dia após dia. Saudamos à Marcha das Mulheres Negras, que enegreceu as ruas do Distrito Federal, afirmando sua negritude e ancestralidade, ao relembrar e reafirmar o caminho percorrido por todas que vieram antes: Dandara, Carolina de Jesus, Luisa Mahin, Lélia Gonzales, Acotirene e tantas outras. E dando eco às pautas que as atingem, mais do a outros setores da sociedade, como o PL 5069 e a redução da maioridade penal, mas, acima de tudo, afirmando o básico: as mulheres negras querem viver.
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Resistência indígena é homenageada

A comemoração organizada pela Prefeitura para celebrar os 450 do Rio de Janeiro ignora o fato de que o território da nossa cidade era ocupado por povos indígenas, que foram massacrados pelo colonizador europeu. Percebendo a necessidade de contar essa parte pouco nobre da história carioca, nosso mandato homenageou com a medalha Pedro Ernesto post-mortem o cacique Aimberê.

A medalha foi entregue para o mestre Altamiro dos Santos, liderança indígena da Praia Grande da Cajaiba, que atualmente trava uma batalha contra um grileiro que deseja construir um resort na localidade. A cerimônia de entregada da medalha foi realizada no Salão Nobre do colégio Pedro II Centro. Além de Altamiro, participaram da mesa o vereador Renato Cinco, o professor Tarcísio Motta, a historiadora Tainá Mie Seto Soares e o professor José Ribamar Bessa.
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A história não contada dos 450 anos do Rio

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Na próxima quinta-feira (08), o mandato do vereador Renato Cinco realizará, junto com o departamento de história do Colégio Pedro II, a cerimônia de entrega da Medalha Pedro Ernesto post mortem ao Cacique Aimberê. A atividade ocorrerá no auditório da unidade centro (Av. Marechal Floriano, 80) e terá início às 10h. Participarão da mesa o vereador Renato Cinco, o professor Tarcísio Motta, a historiadora Tainá Mie Seto Soares, o professor José Ribamar Bessa e uma liderança dos povos tradicionais, que receberá a medalha em nome de Aimberê.

Aimberê foi um dos principais líderes da Confederação dos Tamoios (do tupi Tamuya, que significa avô, antepassado, mais velho), uma revolta indígena que aconteceu entre 1554 e 1567, envolvendo tribos que ocupavam o litoral entre Bertioga (SP) e Cabo Frio (RJ). Filho do cacique Kairuçu dos tupinambás da Guanabara, teve sua aldeia atacada pelos Peró (portugueses). Os sobreviventes foram escravizados pelos colonizadores. Após a morte de seu pais, Aimberê liderou uma fuga em massa do cativeiro, indo para as terras da capitania do Rio de Janeiro e constituindo o entrincheiramento de Uruçumirim.

Depois de se reunir com chefes de outros grupos e nações indígenas, Aimberê costurou uma aliança contra a dominação portuguesa e a escravidão indígena. Esta frente de resistência durou mais de 10 anos.

“Com o objetivo de contribuir para essa comemoração politizada dos 450 anos da cidade, tomei a iniciativa e protocolei o pedido para que seja entregue a medalha Pedro Ernesto post mortem ao Cacique Aimberê, da Confederação dos Tamoios. Mas poderíamos homenagear outras lideranças indígenas importantes desse período, como o Cacique Cunhãbebe e o Cacique Coaquira. Nós escolhemos o Cacique Aimberê porque ele liderava os índios Tamoios aqui na Guanabara, onde hoje encontra-se a nossa cidade”, afirmou Renato Cinco em plenário.

Veja o discurso:

Evento no facebook

Carioca de alma e papel passado

5Na segunda-feira (14), o Espaço Plínio de Arruda Sampaio – gabinete avançado do vereador Renato Cinco na Lapa – transbordou de gente e de emoção. E não poderia ser diferente. A  homenagem ao professor Tarcísio Motta, que recebeu o título de “Cidadão Honorário do Município do Rio de Janeiro”, reuniu dezenas de pessoas: amigos da folia, companheiros de militância, colegas de faculdade e familiares.

Nascido em Petrópolis, Tarcísio Motta de Carvalho é mestre e doutor em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e leciona no Colégio Pedro II. Iniciou sua vida política como militante na Pastoral da Juventude. Depois, atuou por muito tempo no Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (SEPE).

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Homenagem a Tarcísio Motta

8No dia 14 de setembro (segunda-feira), o professor Tarcísio Motta será homenageado pela bancada de vereadores do PSOL, recebendo o título de “Cidadão Honorário do Município do Rio de Janeiro”. A entrega da comenda será realizada no Espaço Plínio (Rua Joaquim Silva, 130, Lapa), a partir das 18h.

Antes da homenagem, será realizado o debate “Educação pública: crise e resistências”, com Tarcísio e Renato Cinco.

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Zuleide Faria de de Melo: uma história de vida militante

zuleideMilitante histórica do Partido Comunista Brasileiro, a professora Zuleide Faria de Melo recebeu a medalha Pedro Ernesto, a maior comenda da Câmara Municipal, por iniciativa do vereador Renato Cinco. Também foram homenageados os 18 vereadores do PCB, que tiveram os mandatos cassados em 1948. Na época, os comunistas formavam a maior bancada da Câmara Municipal.

Além da homenageada, a mesa da cerimônia, realizada na última quarta-feira (07), foi composta por Ivan Pinheiro (secretário geral do PCB), Milton Temer (ex-deputado federal e membro da direção nacional do PSOL), Muniz Ferreira (professor da UFRRJ e membro do comitê central do PCB) e Renato Cinco. Antes dos discursos e homenagens, o público presente no plenário ficou de pé para cantar “A Internacional” com o coral da Câmara.

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Zuleide Faria de Melo será homenageada com a medalha Pedro Ernesto

No dia 6 de maio (quarta-feira), o vereador Renato Cinco (PSOL) entregará a medalha Pedro Ernesto, a maior comenda da Câmara Municipal, para Zuleide Faria de Melo, professora e dirigente histórica do Partido Comunista Brasileiro (PCB). A atividade será realizada, às 18h, no plenário da Câmara Municipal, na Cinelândia.

Além da homenageada, a mesa da cerimônia será formada por Ivan Pinheiro (secretário geral do PCB), Milton Temer (ex-deputado federal e membro da Direção Nacional do PSOL), Muniz Ferreira (professor da UFRRJ e membro do comitê central do PCB) e o vereador Renato Cinco.

Zuleide é um desses personagens cujo papel e presença marcaram a história do Brasil e do PCB. Sua militância foi sempre caracterizada por uma generosa solidariedade de classe, por uma imensa grandeza política e por uma firme convicção ideológica. São 50 anos de atuação, sempre lutando pela transformação social na perspectiva do socialismo.

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Zuleide Faria de Melo será homenageada com a medalha Pedro Ernesto

No dia 6 de maio (quarta-feira), o vereador Renato Cinco (PSOL) entregará a medalha Pedro Ernesto, a maior comenda da Câmara Municipal, para Zuleide Faria de Melo, professora e dirigente histórica do Partido Comunista Brasileiro (PCB). A atividade será realizada, às 18h, no plenário da Câmara Municipal, na Cinelândia.

Além da homenageada, a mesa da cerimônia será formada por Ivan Pinheiro (secretário geral do PCB), Milton Temer (ex-deputado federal e membro da Direção Nacional do PSOL), Muniz Ferreira (professor da UFRRJ e membro do comitê central do PCB) e o vereador Renato Cinco.
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Uma noite da luta feminista

A entrega da medalha Chiquinha Gonzaga à psicóloga e ativista Luciene Lacerda lotou o antigo comitê de campanha de Renato Cinco (PSOL) e coloriu a noite da última segunda-feira (09).

A medalha foi uma homenagem à Luciene e à Marcha das Mulheres Negras. Diversas militantes feministas e contra o racismo prestigiaram o evento.

O vereador Renato Cinco (PSOL) lembrou a importância da homenagem, neste momento em que todas as formas de preconceito estão mais evidentes: (more…)

Homenagem à Luciene Lacerda, da Marcha das Mulheres Negras

Neste ano, a escolhida pelo mandato do vereador Renato Cinco (PSOL-RJ) para receber a medalha Chiquinha Gonzaga, a mais feminista das comendas cariocas, é a psicóloga e ativista Luciene da Silva Lacerda, que receberá a medalha em nome da Marcha das Mulheres Negras.

A homenagem acontecerá no dia 09 de março (segunda-feira), a partir das 20h, na Rua Joaquim Silva, 130, Lapa.
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Homenagem ao FEM

email_medalhaFEMO mandato do vereador Renato Cinco homenageará, na próxima segunda-feira (01), o Fórum Estadual de Combate à Violência Contra a Mulher (FEM). Na oportunidade, será entregue a Medalha Chiquinha Gonzaga, a mais feminista das homenagens cariocas, à Casa da Mulher Trabalhadora (CAMTRA), uma das entidades que organiza o Fórum.

A medalha será recebida por Eleutéria Amora da Silva, fundadora e coordenadora da CAMTRA. De abrangência estadual, tal entidade realiza um trabalho rigoroso e sistemático de informação e atendimento às mulheres para o fortalecimento de sua autonomia; e de formação feminista para as jovens, de forma a contribuir para a renovação de lideranças feministas. Além disso, realiza diversas atividades sobre saúde sexual e reprodutiva e sobre direitos sociais nas escolas.

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Centro do Teatro do Oprimido será homenageado com a medalha Pedro Ernesto

Na próxima terça-feira (23), às 18h30, o mandato do vereador Renato Cinco vai entregar a medalha Pedro Ernesto ao Centro do Teatro do Oprimido (CTO). A cerimônia será realizada no Jardim do CLA da UniRO (Avenida Pasteur, 436). Confirme presença no facebook e chame os amigos.

A mesa de debate será formada por Amir Haddad (Diretor do Grupo Tá na Rua); Mineirinho (representante do Coletivo Nacional de Cultura do MST); e Natália Fiche ( Professora da Escola de Teatro da UniRIO e Coordenadora do Projeto Teatro na Prisão).

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Uma noite de magia, poesia e cultura

A entrega da medalha Pedro Ernesto ao Centro do Teatro do Oprimido (CTO), promovida pelo mandato do vereador Renato Cinco (PSOL), foi um sucesso.

A homenagem aconteceu na noite desta terça-feira (23), na UniRio, e reuniu centenas de pessoas, entre elas artistas e amantes da cultura.
A mesa foi formada por Amir Haddad (Diretor do grupo “Tá na Rua”); Mineirinho (representante do Coletivo Nacional de Cultura do MST); e Natália Fiche (Professora da Escola de Teatro da UniRIO e Coordenadora do Projeto Teatro na Prisão).

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Professor Roberto Leher recebe a medalha Pedro Ernesto

Na última quinta-feira (28), o mandato do vereador Renato Cinco entregou a medalha Pedro Ernesto ao Professor Roberto Leher. A homenagem foi realizada no auditório Pedro Calmon (UFRJ).

Além de Roberto e de Renato, a mesa contou com a participação de Marcelo Freixo (deputado estadual), Virgínia Fontes (professora da UFF), Ivanete Silva (pedagoga do Município de Caxias e da Rede Estadual), Cláudio Ribeiro (professor da FAU/UFRJ e Presidente da ADUFRJ) e Tadeu Lemos (representante do DCE UFRJ).

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Homenagem a Roberto Leher

Na próxima quinta-feira (28), a partir das 18h30, o mandato do vereador Renato Cinco entregará a medalha Pedro Ernesto, a maior comenda da Câmara Municipal do Rio, ao Professor Roberto Leher. O evento será realizado no Auditório Pedro Calmon, na Praia Vermelha.

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Cineasta Emílio Domingos recebe a medalha Pedro Ernesto

O salão nobre do IFCS foi o palco para uma homenagem ao cineasta e cientista social Emílio Domingos. Através de uma iniciativa do vereador Renato Cinco, ele recebeu a medalha Pedro Ernesto. Além de Emílio e Renato, a mesa foi formada pelo cineasta Simplício Neto; pelo professor Fred Coelho; e pelo músico Bnegão. No final, dançarinos do passinho deram um toque cultural na cerimônia.

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Emílio Domingos receberá a medalha Pedro Ernesto

O mandato do vereador Renato Cinco entregará a medalha Pedro Ernesto ao cineasta e cientista social Emílio Domingos. O evento está marcado para a próxima segunda-feira (18), às 18h, no IFCS. Na mesa, além do homenageado e do vereador, estarão presentes o músico Marcelo Yuka; o cineasta Simplício Neto; o professor da PUC Fred Coelho e o músico Bnegão. A homenagem ainda contará com a participação de MC’s e dançarinos do passinho.

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Socorristas, educadores e advogados militantes recebem homenagem

Educadores, socorristas voluntários e advogados militantes se encontraram ao longo de 2013 nas ruas, no enfrentamento contra a retirada e a violação de direitos por parte do Estado. Na sexta-feira (6), esses diferentes protagonistas das manifestações tiveram um novo encontro no auditório do Sindjustiça, ao serem homenageados pelo mandato do vereador Renato Cinco.

Renato entregou moções de Congratulação e Louvor ao Instituto de Defensores de Direitos Humanos (DDH); aos advogados do grupo Habeas Corpus; aos socorristas do grupo SOS Manifestações; e para diferentes membros da comunidade escolar em luta.

O DDH é uma associação civil de assessoria jurídica gratuita, que atuou incansavelmente nas delegacias e nos fóruns pela liberdade dos detidos injustamente. Já os advogados do Habeas Corpus aturam nas ruas, acompanhando qualquer violação de direitos por parte do Estado. Os manifestantes feridos, por sua vez, eram socorridos pelo SOS Manifestações.

Entre os lutadores da educação, o mandato homenageou professoras docentes I e II, auxiliares de creche e merendeiras, além de estudantes.

A Educação Pública e o Futuro das Manifestações

Na mesma solenidade, os professores Roberto Leher e Tarcísio Motta debateram o tema “A Educação Pública e o Futuro das Manifestações”, com a mediação de Renato Cinco.

O professor e pesquisador da UFRJ Roberto Leher  lembrou que as mobilizações de 2013 foram antecipadas por vigorosas greves de educadores nos anos anteriores, em que as reivindicações extrapolavam as demandas econômicas (reajustes e benefícios) e combatiam diretamente o projeto de educação neoliberal. Entretanto, Leher destacou que o Plano Nacional de Educação, que está prestes a ser votado no Congresso Nacional, descaracteriza as bandeiras desses movimentos.

Tarcísio Motta, professor do Colégio Pedro II, traçou um longo histórico da resistência dos educadores aos sucessivos governos, que pretendiam implementar a meritocracia na rede pública de ensino. Segundo o educador, é fundamental a atuação do Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação (SEPE-RJ) na disputa travada na sociedade em torno de distintos projetos educacionais.

Ao final, Renato Cinco afirmou que o projeto de educação pública da categoria e da população é radicalmente anticapitalista. Na opinião do vereador, a escola pública deve ter um projeto autônomo, formulado por sua comunidade.

Noite de festa para a comunicação popular!

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No Brasil, seis famílias controlam 70% da imprensa do país. Os “donos” da informação estão totalmente comprometidos com o capital e foi na luta pela democratização da comunicação, que o mandato do vereador Renato Cinco (PSOL) entregou, na última sexta-feira (14), a medalha Pedro Ernesto pelos 10 anos do jornal Brasil de Fato e homenageou com moções outros 28 comunicadores populares do Rio de Janeiro.

O periódico idealizado pelo MST e escrito por trabalhadores dos movimentos sociais do campo e da cidade foi homenageado no prédio da Associação Brasileira de Imprensa, a ABI. Já na abertura do evento, foi exibido um filme com a história de Ernesto Che Guevara , uma homenagem ao aniversário do líder revolucionário, que se estivesse vivo, completaria 85 anos.

O anfitrião da cerimônia, o vereador Renato Cinco (PSOL) afirmou que libertar a informação é o único caminho para combater a violência imposta por governos corruptos e construir uma sociedade justa e igualitária.

“Para manter a hegemonia da desigualdade é preciso manter o monopólio dos meios de comunicação. A luta pela democratização da comunicação é fundamental contra esses oligopólios. Temos que focar na produção da nossa mídia, da imprensa de esquerda. Temos que nos mobilizar. Hoje os governos gastam milhões com as empresas de comunicação que atendem as suas necessidades. O Brasil de Fato colabora e fortalece as lutas dos movimentos sociais. É com muito orgulho que homenageamos hoje alguns dos mais importantes veículos e ações da imprensa alternativa.” Afirmou Renato Cinco (PSOL).

A mesa foi composta por nomes de peso, além do vereador Renato Cinco, estavam o jornalista e editor do jornal Brasil de Fato, Nilton Viana, o deputado federal Chico Alencar, o deputado estadual Marcelo Freixo, o cineasta Silvio Tendler, o professor e militante do PCB Eduardo Serra, o Rapper Fiell, o jornalista da ABI Mário Augusto Jakobskind, a jornalista e colaboradora do Brasil de Fato Cláudia Santiago e o representante do MST Joaquim Pinheiro.

Chico Alencar lembrou a história da comunicação brasileira e defendeu a liberdade da imprensa.

“O Brasil real não aparece nessa imprensa chapa única. Ideias, inteligência, crítica e força de consolidação incomodam demais os donos da mídia. Tanto se fala em liberdade de imprensa, mas o que se vê é liberdade de empresa.”

A homenagem foi abrilhantada pela participação dos irmãos funkeiros Leonardo e Júnior, que cantaram o rapp “Tá tudo errado”. MC Leonardo, representante da APAFUNK, que também foi homenageada, lembrou a luta contra a criminalização do funk.

Bem humorada a jornalista e colaboradora do Brasil de Fato Cláudia Santiago agradeceu a homenagem e disse que o jornal é merecedor da medalha.

“Só nós, que somos de esquerda, sabemos da dificuldade que é manter um jornal. São 10 anos de resistência contra hegemônica. Agora a imprensa alternativa refloresce, vive um novo momento, mas durante muito tempo disputamos a informação.”

Joaquim Pinheiro, representante do MST engrossou o coro.

“Nos consideramos verdadeiros guerrilheiros e guerrilheiras. O jornal nasceu numa conjuntura completamente desfavorável à classe trabalhadora. O Brasil de Fato representou e representa uma fagulha de esperança aos trabalhadores.”

O editor geral do Brasil de Fato Nilton Viana foi quem recebeu a medalha Pedro Ernesto. Viana afirmou que o jornal é ousado e uma conquista da classe trabalhadora.

“Criamos o Brasil de Fato no dia 25 de janeiro de 2003, no ginásio lotado Araújo Viana, em porto Alegre e lá sentimos o peso do que é construir o instrumento da classe trabalhadora. Um veículo para elevar diariamente o nível de consciência da sociedade e conduzir o Brasil à transformações que todos nós queremos.”

Nilton Viana adiantou que em breve São Paulo, Brasília e Belo Horizonte também ganharão edições regionais.

No aniversário de 10 anos, o Jornal Brasil de Fato receberá a medalha Pedro Ernesto do vereador Renato Cinco

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No dia 14 de junho, o Jornal Brasil de Fato receberá a maior honraria da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, a Medalha Pedro Ernesto, por iniciativa do mandato do vereador Renato Cinco (PSOL). O jornal, escrito por trabalhadores e movimentos sociais do campo e da cidade, tem sido nos últimos dez anos uma voz alternativa à imprensa comercial, comprometida com as grandes empresas e governos.

Num país onde apenas seis famílias controlam 70% dos jornais, rádios e canais de televisão, escolhendo o que é notícia de acordo com seus interesses, o Brasil de Fato é um veículo de alcance nacional que informa os problemas e as lutas do cotidiano dos brasileiros trabalhadores, sem terras, professores, jovens, negros e mulheres, garantindo o direito à comunicação para quem não tem espaço no resto da mídia.

Para Renato Cinco, “Uma década de Brasil de Fato é uma vitória para toda a imprensa alternativa e popular, e deve ser comemorada”. O vereador também destaca a importância da edição recém-lançada do Rio de Janeiro, onde semanalmente 100 mil exemplares trazem as questões de interesse do morador da cidade: “grande parte das contradições da nossa sociedade se manifestam no dia-a-dia das cidades. Um jornal do lado dos trabalhadores é um instrumento poderoso contra as remoções, a elitização do futebol, a criminalização das lutas e a desigualdade social”.

O mandato entregará ainda 20 moções a diferentes mídias e defensores da liberdade de expressão e da democratização da comunicação. Entre os agraciados estão: a Agência de Notícias das Favelas, o Núcleo Piratininga de Comunicação, o Jornal O Cidadão, a Revista Vírus Planetário, o Programa Faixa Livre, a APAFUNK, Naldinho, da Escola de Fotógrafos Populares da Maré, entre outros.

A mesa da homenagem também já está formada; além de Renato Cinco, João Pedro Stedile, Nilton Viana, João Roberto Ripper, Marcelo Freixo, Mário Augusto Jakobskind, Claudia Santiago, Mauro Lasi e Silvio Tendler já confirmaram presença.

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A homenagem ocorrerá no auditório da Associação Brasileira de Imprensa, ABI, e será seguida por uma grande festa para comemorar a luta pela democratização da comunicação, a partir das 22h. A “Festa Cinco para a Livre Comunicação” será no Centro Cultural Maria Teresa Vieira, próximo à Praça Tiradentes.

 Confirme presença no evento:http://www.facebook.com/events/164742717033167/

Jean Wyllys receberá Medalha Pedro Ernesto na próxima segunda-feira

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Nesta segunda-feira, 03 de junho, o Deputado Federal Jean Wyllys (PSOL/RJ) receberá a Medalha Pedro Ernesto, por iniciativa da bancada do PSOL na Câmara Municipal, composta pelos vereadores Eliomar Coelho, autor da iniciativa, Renato Cinco e Paulo Pinheiro.

Jean tem se destacado na luta pelos direitos humanos e no combate à intolerância, principalmente de caráter religioso e sexual. Além disso, tem sido o principal opositor à permanência de Marco Feliciano na presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal.

“Essa Kizomba é nossa Constituição”

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Na noite da última segunda-feira (20), o mandato do vereador Renato Cinco (PSOL/RJ) concedeu a medalha Pedro Ernesto aos seis trabalhadores escravos que reflorestaram a Floresta da Tijuca. Na mesma ocasião, foram entregues moções aos membros do Movimento Negro que organizaram a Marcha da Farsa da Abolição, ocorrida em 11 de maio de 1988, que completa 25 anos.

Cento e cinquenta e dois anos após Eleutherio, Constantino, Maria, Manoel, Leopoldo e Matheus iniciarem o reflorestamento do que hoje conhecemos como Parque Nacional da Tijuca, finalmente, o trabalho desses negros escravizados foi reconhecido. O mandato do vereador Renato Cinco (PSOL/RJ) concedeu a maior honraria da Câmara dos vereadores aos nossos seis heróis.

Foi uma bonita homenagem àqueles que salvaram nossa cidade de um desastre ambiental e de secas terríveis. A cerimônia alegre e colorida foi animada pelos músicos Nina Rosa, Bil-Rait “Buchecha”, Rafa Moraes e Diego Medeiros, que interpretaram as canções “Kizomba” e “Canto das Três Raças”, além de “Mal Estar”, esta de composição própria.

O deputado federal Chico Alencar saudou a iniciativa.

“Parabenizo o Cinco e a sua equipe por essa justa e inédita homenagem, pela quantidade e a qualidade dos homenageados. Todos que estão aqui representam os escravos que reflorestaram a Floresta da Tijuca. Sairemos daqui engrandecidos.”

A militante do Movimento Negro Luciene Lacerda ressaltou a importância da luta negra.

“Devemos contar a nossa história. Temos que continuar lutando. A gente ainda luta contra a enorme mortalidade materna, a falta de creches e a violência cotidiana e da polícia contra nós negros.”

O único descendente dos homenageados presente, o professor Amaury Fernandes, estava emocionado.

“Engraçado, para mim, ele sempre foi vovô Leopoldo. Desde pequeno escuto as histórias do reflorestamento, ouvia da minha avó e hoje passo para as minhas filhas. Sempre tive orgulho de ser descendente de um dos homens que reflorestou aquele maciço. Aquela floresta é uma memória viva da minha família. Agradeço ao Renato por lembrar a história do meu avô; que este seja o início para a gente resgatar a memória de quem construiu esse país de verdade.”

Diferentes integrantes do movimento negro, como o Círculo Palmarino e o Instituto Búzios, prestigiaram o evento. Representantes do MST, do PACS, comunicadores do Núcleo Piratininga de Comunicação, membros dos partidos PCB e PSTU e o vereador de Niterói pelo PSOL Renatinho também compareceram à cerimônia.

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Palestraram também Deley de Acari e Elias José Alfredo, um dos organizadores da marcha contra a farsa da abolição, que se chamou “Nada mudou, vamos mudar!”.

O vereador anfitrião do evento, Renato Cinco (PSOL), que esteve presente na Marcha de 1988 ainda muito jovem, lembrou os erros históricos cometidos com os negros, que se repetem até os dias de hoje.

“Há 125 anos, a Princesa Isabel assinou a Lei Áurea e aboliu formalmente a escravidão no Brasil. Mesmo com a suposta abolição, a vida dos negros continuou muito difícil. O mínimo que o Estado deveria ter feito era garantir a indenização justa, para permitir que aqueles trabalhadores e trabalhadoras se emancipassem de fato. Nos dias de hoje, apesar da persistência do mito da “democracia racial”, os negros ainda são vítimas do preconceito. A população negra saiu da senzala, mas, na sua imensa maioria, não saiu da pobreza. A classe trabalhadora mais precarizada tem cor. Ao homenagear os organizadores da Marcha, resgatamos a importância histórica daquela manifestação e reafirmamos a necessidade de manter firme a luta contra o racismo e todas as formas de discriminação. Quanto aos negros que reflorestaram a Floresta da Tijuca, o trabalho destes trabalhadores escravizados não pode ser esquecido. Eles são símbolo da história que queremos contar. Nossa história não é apenas a história dos opressores, que predomina nas narrativas oficiais. As lutas por liberdade do povo negro e sua história não podem mais ser esquecidas ou silenciadas.”

Moções de Louvor foram entregues aos representantes do Movimento Negro.

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Quase no final da cerimônia, um show de bailarinos, que movimentavam o corpo todo ao som de tambores e bumbos, coloriu a Câmara do Rio e fez a plateia toda dançar, era o grupo Orunmilá.

Depois da apresentação, Reinaldo Rosa Pires, um dos funcionários mais antigos do Parque, representando os negros escravizados, recebeu das mãos do vereador Renato Cinco a medalha Pedro Ernesto.

“Quero agradecer também em nome de todos os funcionários do Parque Nacional da Tijuca que preservam aquele santuário ecológico.”

A cerimônia foi encerrada pelo grupo Afoxé Filhos de Gandhi, que atravessou o plenário cantando e dançando e levou, numa só balada, toda a plateia para o hall central do Palácio Pedro Ernesto, onde a cerimônia de fato terminou.

Entrega da Medalha Pedro Ernesto & Homenagem ao Movimento Negro

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Na próxima segunda-feira (20/05), o Mandato do Vereador Renato Cinco homenageará os seis negros escravizados, Matheus, Eleutherio, Constantino, Maria, Manoel e Leopoldo, que deram início ao reflorestamento do que é hoje o Parque Nacional da Tijuca.

Na ocasião, será feita também uma homenagem, com entrega de Moções, aos militantes do movimento negro que ajudaram na mobilização e organização da marcha “Nada Mudou, Vamos Mudar!”, contra a farsa da Abolição, por seus 25 anos.

Local: Plenário Teotônio Vilela, Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro, Cinelândia.

Quando: 20 de maio, segunda-feira, das 18 h às 21h.

Programação cultural: Filhos de Gandhi, Coral Yorubá, Bil-Rait “Buchecha” & Nina Rosa, com participação de Rafa Moraes, e exibição do documentário Marcha de 88 – Reflexão 125 anos.

O Parque Nacional da Tijuca, hoje tombado pelo IPHAN e declarado Patrimônio Natural Mundial pela UNESCO, é conhecido como a maior floresta urbana do mundo. Sua história se confunde com a história do Rio de Janeiro.

Os anos de extração sistemática de madeira e os séculos de plantio de café trouxeram consequências para além da devastação ambiental na área. Grande parte da cidade foi atingida pela falta d’água, o que foi inicialmente resolvido após uma decisão do Império e do intenso trabalho realizado por seis escravos. Matheus, Eleutherio, Constantino, Maria, Manoel e Leopoldo plantaram cerca de cem mil mudas de árvores durante pouco mais de uma década, dando início ao reflorestamento do que é hoje a Floresta da Tijuca.

O trabalho desses escravos, por sua importância para a história do Rio de Janeiro, não pode ser esquecido. Eles são símbolo da história que queremos contar. Nossa história não é apenas a história oficial, é também uma história de opressão, de colonização e de escravidão. As lutas por liberdade do povo negro e sua história não podem mais ser esquecidas ou silenciadas. Pelo contrário, temos o dever de reafirmá-las.

Por isso, no ano em que se completam 125 anos da assinatura da Lei Áurea, oferecemos esta honraria ao Parque Nacional da Tijuca. Esta é uma homenagem a esses seis trabalhadores e uma forma de contribuir para desvelar nossa história pela perspectiva dos excluídos.

Faremos também uma homenagem aos militantes do movimento negro que, em 1988, ajudaram a organizar a marcha “Nada mudou, vamos mudar” que denunciava os 100 anos da farsa da abolição.

PSOL pede cassação de Medalha Pedro Ernesto ao Pastor Silas Malafaia

No dia 14 de março estava em pauta a aprovação das contas de 2012 da Prefeitura de Eduardo Paes. A bancada de vereadores do PSOL/RJ estava concentrada na análise e fiscalização desse relatório.

Na mesma sessão, em meio a outros projetos e de maneira célere, a Mesa Diretora encaminhou a aprovação da entrega da Medalha Pedro Ernesto ao Pastor Silas Malafaia. A votação foi simbólica, e feita da seguinte forma: “os vereadores que são favoráveis permaneçam como estão”. A leitura foi rápida, sem que a nossa bancada tivesse conseguido reagir.

Diante da aprovação dessa iniciativa, que não recebeu o apoiamento de nenhum dos vereadores do PSOL (os requerimentos de Medalhas devem ter, no mínimo, a assinatura de 17 vereadores para serem submetidos ao plenário da Câmara), solicitamos a cassação da Resolução que concede a Medalha.

Em nosso entendimento, o Pastor Silas Malafaia é hoje um dos principais expoentes do fundamentalismo religioso em nosso país, incentivando a intolerância frente aos direitos e demandas das mulheres e dos LGBTs. São de sua autoria frases preconceituosas como “Eu não acredito que dois homens e duas mulheres tenham a capacidade de criar um ser humano” e “Amo os homossexuais como amo os bandidos, os assassinos…”. Nesse sentido, não cabe à Câmara conceder-lhe sua maior honraria, estimulando práticas que devem ser extirpadas da vida nacional.

Mulheres, direitos e flores

Na última sexta-feira (08), comemoramos o dia internacional da mulher. Nosso mandato aproveitou o protocolo da Câmara e homenageou Sandra Carvalho com a medalha Chiquinha Gonzaga. Sandrinha, como é conhecida por muitos, é militante dos Direitos Humanos e uma das fundadoras da ONG Justiça Global.

Dia histórico de manifestações, 08 de março também foi comemorado nas ruas. Numa caminhada lilás, a Av. Rio Branco ganhou novo nome, sendo transformada em Av. Clara Zetkin. E, pouco a pouco, cada rua passou a homenagear lutadoras históricas. A Buenos Aires virou Olga Benário; a rua do Ouvidor, Dandara dos Palmares. E assim rua por rua até a Cinelândia, transformada em Praça Regina dos Santos. Regina foi militante do MST e, no início do ano, foi estuprada e brutalmente assassinada em Campos, interior do estado do Rio de Janeiro.

“CONTRA TODAS AS FORMAS DE VIOLÊNCIA ÀS MULHERES”

O tema central do ato foi a denúncia das diferentes formas de violência a que as mulheres são submetidas todos os dias. Tema que mobilizou diferentes setores do Movimento de Mulheres, com o apoio de outros Movimentos Sociais do Rio de Janeiro na construção da passeata.

Os índices de violência sexual e doméstica no Brasil e no mundo crescem a cada ano. E, ao contrário do que se divulga, cada vez menos mulheres ocupam espaços de participação política. Um bom exemplo disso se mostra na Câmara dos Vereadores aqui do Rio. Na última legislatura, das 51 cadeiras, 15 eram ocupadas por mulheres. Em 2013 esse número diminuiu para 8.

UMA MEDALHA PARA UMA FLOR

Nossa homenageada, Sandrinha, é uma referência no debate dos Direitos Humanos. Foi a primeira brasileira a receber o Prêmio Anual de Direitos Humanos da Human Rights First (HRF), por seu importante trabalho de denúncia e fiscalização dos abusos e crimes cometidos dentro do sistema prisional no Brasil.

Em 1992, Sandra integrou a comissão que entrou no presídio do Carandiru logo após a chacina de 111 presos e constatou as evidências de que havia ocorrido um massacre. Sua atuação foi fundamental para impedir a descaracterização do cenário do crime e garantir a presença da perícia técnica. A partir de então, Sandra se especializou na área de segurança pública e voltou seu trabalho no Núcleo de Estudos da Violência (NEV) da Universidade de São Paulo (USP) para a reforma das polícias e do sistema penitenciário brasileiro.

Atuando há 12 anos, a Justiça Global se credenciou como uma das principais organizações brasileira de direitos humanos no país. Nos últimos anos, tem sido grande parceira na construção de uma rede de militantes em volta do tema dos direitos humanos à cidade junto com os movimentos sociais no Rio de Janeiro e no Brasil.

Homenagem à lutadora Sandra Carvalho

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O mandato do vereador Renato Cinco (PSOL) tem a honra de homenagear, com a medalha Chiquinha Gonzaga, a militante dos direitos humanos, co-fundadora e diretora da Justiça Global, Sandra Carvalho.

Sandrinha, como é conhecida, foi a primeira brasileira a receber o Prêmio Anual de Direitos Humanos da Human Rights First (HRF). Militante no combate à violência policial e aos grupos de extermínio, Sandrinha luta pela reforma agrária e pela fiscalização aos abusos e crimes cometidos dentro do sistema prisional. Além disso, sua atuação é incansável nas denúncias contra a perseguição e a criminalização dos movimentos sociais e defensores de direitos humanos no Brasil.

Em 1992, integrou a comissão que entrou no presídio do Carandiru logo após a chacina de 111 presos e constatou as evidências de que havia ocorrido um massacre. Sua atuação foi fundamental para impedir a descaracterização do cenário do crime e garantir a presença da perícia técnica. A partir de então, Sandrinha se especializou na área de segurança pública e voltou seu trabalho ao Núcleo de Estudos da Violência (NEV), para a reforma das polícias e do sistema penitenciário brasileiro.

Desde 1993, integra a coordenação executiva da Comissão Teotônio Vilela e há 12 anos dirige a ONG Justiça Global, uma das principais organizações brasileira de direitos humanos.

Sandrinha é acima de tudo uma companheira na luta pelos direitos humanos. Esta é uma justa homenagem a uma lutadora.

Além de entregar a medalha Chiquinha Gonzaga, o mandato Renato Cinco agradece à nossa amiga Sandra Elias de Carvalho.

A entrega da medalha será realizada no dia 08 de março, às 18h30min, no plenário da Câmara dos Vereadores. Logo após, às 20h, convidamos a todos para uma homenagem popular no Bar Escadinha (Beco da Cirrose).

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