Parem de matar nossas crianças!

No dia 30 de março, morreu Maria Eduarda após ser atingida por tiros no pátio da Escola Municipal Daniel Piza, em Acari,enquanto participava da aula de Educação Física.

Na última terça-feira (04), Vanessa Vitória dos Santos, de 10 anos, foi morta dentro de casa durante um confronto, na comunidade Camarista Méier, no Complexo do Lins. Vanessa era aluna da Escola Macedo Soares, no Lins, de onde havia acabado de voltar.

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Ocupa tudo!

55Centenas de escolas e universidades estão sendo ocupadas em mais de 22 estados na luta pela educação pública, gratuita, laica, emancipatória e de qualidade.

A partir de 3 de outubro, algumas escolas começaram a ser ocupadas no estado do Paraná contra três projetos que atacam a educação pública de qualidade. A Medida Provisória 746 (que basicamente retira a obrigatoriedade do ensino de artes, educação física, filosofia e sociologia no ensino médio) e a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que tramitava na Câmara dos Deputados com o número 241 (e agora tramita no Senado com o nome de PEC 55) e congela investimentos sociais por 20 anos, ambas encaminhadas ao Congresso pelo governo Temer. E, finalmente, o projeto “Escola Sem Partido”, que tramita em diversas casas legislativas (municipais e estaduais) com diferentes nomes, mas o mesmo objetivo: restringir a liberdade de pensamento crítico dentro de sala de aula, instituindo, de fato, uma escola com mordaça. Em poucos dias, centenas de escolas passaram a ser ocupadas por todo o estado do Paraná. O auge do movimento foi quando em 21 de outubro, o movimento Ocupa Paraná contabilizava mais de 850 escolas ocupadas por todo o estado. (more…)

Merenda escolar está envenenada com pesticida

2No início desta semana, o jornal “O Globo” publicou a grave denúncia de que alunos dos colégios municipais estão comendo veneno. Uma análise do Greenpeace Brasil mostra que as merendas estão contaminadas com agrotóxicos, como procimidona, metamidofós e outros pesticidas proibidos no país.

Diante da denúncia, o mandato do vereador Renato Cinco (PSOL) vai protocolar um Requerimento de Informações cobrando explicações da prefeitura. O envenenamento atinge principalmente as crianças mais pobres.

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DCE da UFRJ recebe a medalha Pedro Ernesto

Untitled-1A noite de 7 de abril de 2016 serviu para manter viva a história combativa do DCE Mário Prata (UFRJ) em defesa da democracia e por uma educação pública de qualidade. Representantes de diferentes gerações do movimento estudantil se reuniram para recordar momentos de luta e receber a medalha Pedro Ernesto, oferecida ao DCE por iniciativa do mandato do vereador Renato Cinco.

A mesa da atividade foi formada por Luiz Rodolfo “Gaiola” (tradutor e militante do Grupo Tortura Nunca Mais) – diretor da entidade nos anos 1960 (gestão 68/69); Alcebíades Teixeira “Bid” – membro do DCE nos anos 1980; Anderson Ulisses – diretor nos anos 1990 (gestões 94/95, 95/96 e 99/00); e Luíza Foltran – da atual diretoria.

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DCE da UFRJ será homenageado com medalha Pedro Ernesto

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No dia 7 de abril (quinta-feira), às 18h30, o mandato do vereador Renato Cinco vai oferecer a medalha Pedro Ernesto ao Diretório Central dos Estudantes da UFRJ. A atividade será realizada no Campus da Praia Vermelha da UFRJ, em frente ao DCE. Será realizado um debate com Luiz Rodolfo “Gaiola” (tradutor e militante do Grupo Tortura Nunca Mais) – diretor da entidade nos anos 1960 (gestão 68/69); Alcebíades Teixeira “Bid” – membro do DCE nos anos 1980; Anderson Ulisses – diretor nos anos 1990 (gestões 94/95, 95/96 e 99/00); e representante da gestão dos anos 2010.

Após o debate, haverá uma confraternização com apresentações do MC Leonardo e DJ´s.

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Centro Acadêmico de Geografia da UFRJ é ameaçado de despejo

No início desta semana, nosso mandato foi procurado por estudantes do curso de geografia da UFRJ, que estão ameaçados de perder a sala onde funciona o Centro Acadêmico do curso.

Foi colado um aviso na porta da entidade, avisando que a sala será fechada para obras e que a mesma não será devolvida.

“A sala pertence ao Centro Acadêmico de Geografia da UFRJ há mais de 30 anos e foi entregue no processo de redemocratização do país, quando os centros acadêmicos da UFRJ puderam ser reabertos, depois do período mais duro da ditadura empresarial-militar. As paredes do Centro Acadêmico de Geografia deveriam, inclusive, ser consideradas um patrimônio da Cidade do Rio de Janeiro. Quem já visitou o espaço sabe que lá, naquelas paredes, estão colados cartazes do movimento estudantil ainda do período da luta contra a ditadura,” explicou Cinco.
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Redução da Maioridade Penal em debate na Câmara Municipal

Enquanto, em Brasília, o Congresso Nacional se preparava para colocar em votação a redução da maioridade penal e caravanas de militantes se organizavam para barrar esse retrocesso, no Rio de Janeiro, a Câmara Municipal também discutia o tema. Do lado de fora, a praça da Cinelândia estava colorida e enfeitada pela galera do “Amanhecer contra redução”. Do lado de dentro, a Comissão Especial para acompanhar e propor políticas públicas de juventude realizava um debate público sobre o assunto.

Renato Cinco participou da atividade e relembrou que o discurso que defende a redução da idade penal não é novo, assim como a ampliação da penalização. Sendo um dos países que mais prende, com a 4ª população carcerária do mundo, e mais mata – mais do que os países em que a pena de morte é legal somados -, o Brasil é a prova de que políticas emergenciais para a redução da violência não são efetivas.

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Redução não é solução

1A Praça XV ficou colorida no último domingo, dia 14 de junho. O festival “Amanhecer contra a redução” levou para o centro do Rio de Janeiro bandas, artistas e ativistas que lutam contra a redução da maioridade penal. O evento, que começou no final da manhã, contou com mais de 80 atrações, entre elas shows gratuitos, como o da cantora Teresa Cristina,  apresentações teatrais e debates.

Cinco ambientes foram montados para o evento. Vinte mil pessoas compareceram e disseram não à redução da maioridade penal.
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MP instaura inquérito para apurar censura nas escolas

No início deste mês, o vereador Renato Cinco (PSOL) protocolou uma representação no Ministério Público solicitando que a instituição investigue e tome as medidas legais cabíveis sobre duas graves denúncias relacionadas à área da educação.

A primeira diz respeito à Circular 71/2014, enviada às unidades escolares pela Secretaria Estadual de Educação (SEE), que estabelece uma espécie de censura prévia nas escolas ao afirmar que “nenhum tipo de material (livros, panfletos, cartilhas, manuais, etc) deverá ser divulgado/distribuído sem a prévia análise, validação e autorização dos setores responsáveis”.

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Em defesa dos Grêmios Livres

O vereador Renato Cinco (PSOL) participou de dois debates de lançamento da “Cartilha dos Grêmios Livres”, fruto da parceria entre entidades estudantis e o seu mandato. Na quinta-feira (03), os estudantes lotaram o auditório do CAP UERJ, no debate organizado pelo Grêmio Estudantil sobre o histórico das conquistas dos estudantes e as manifestações de 2013. Na quarta-feira (04), foi a vez dos estudantes do tradicional Colégio Pedro II da Tijuca organizarem um grande debate com a presença do vereador, que quando estudante secundarista participou da conquista do passe livre e da meia entrada. Se você quer organizar um debate na sua escola ou em alguma escola que conhece, entre em contato conosco!

Ecos da ditadura nas escolas

imageNesta quarta-feira (09), o vereador Renato Cinco (PSOL) protocolou uma representação no Ministério Público solicitando que a Promotoria de Justiça de Proteção à Educação investigue e tome as providências legais cabíveis sobre duas graves denúncias.

A primeira diz respeito à Circular 71/2014, enviada às unidades escolares pela Superintendência Pedagógica, da Secretaria Estadual de Educação, que estabelece uma espécie de censura prévia nas escolas ao afirmar que “nenhum tipo de material (livros, panfletos, cartilhas, manuais, etc) deverá ser distribuído sem a prévia análise, validação e autorização dos setores responsáveis dessa instituição.”

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Em defesa dos Grêmios Livres

No dia 28 de março (sexta-feira), estudantes realizarão uma grande manifestação, com concentração às 13h, na Candelária, em defesa do passe livre irrestrito e da livre organização de grêmios, cada vez mais reprimidos dentro das escolas. O ato – convocado pelo Fórum Estadual em Defesa da Escola Pública (FEDEP) – também celebrará a memória de Edson Luís de Lima Souto, estudante assassinado pela ditadura empresarial-militar nesta data, em 1968.

O mandato do vereador Renato Cinco (PSOL) lançará na ocasião uma “Cartilha do Grêmio Livre” , elaborada em diálogo com a União dos Estudantes de Duque de Caxias (UEDC) e com diversos coletivos estudantis. A Cartilha traz dicas e leis importantes, com o propósito de incentivar a criação de Grêmios Livres. O parlamentar apresentou na Câmara dos Vereadores um Projeto de Lei Municipal do Grêmio Livre, que garante novos direitos para as entidades.

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É tempo de rebeldia!

Centenas de jovens de 18 estados do Brasil se preparam para participar, em janeiro, do Acampamento Anticapitalista das Juventudes. O espaço auto-organizado é uma iniciativa nascida do encontro, a partir das mobilizações de junho, de diversos movimentos sociais que atuam na luta antiproibicionista, estudantil, por cultura popular, feminista, anti-homofóbica e agroecológica.

O Acampamento será realizado no Campus Gragoatá da Universidade Federal Fluminense (UFF), entre os dias 20 e 24 de janeiro. Seu objetivo é ser um espaço livre de opressões, em que a nova geração política brasileira consiga elaborar novas formas de ação, luta e organização, a partir do chamado dos coletivos nacionais de movimento estudantil “Levante!” e “Rompendo Amarras” e de diversos coletivos regionais.

Mais informações no Facebook.

Acampamento anticapitalista reúne jovens de mais de 30 movimentos sociais

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Durante o fim de semana, jovens das favelas, escolas e universidades se organizaram para discutir iniciativas comuns no combate a um sistema social que os oprime e explora das mais diferentes formas. Entre os debates, foram destaques os espaços feminista; de negros e negras; LGBTs; antiproibicionista; ambiental; estudantil; de ação cultural popular; e da Baixada Fluminense.

Com a participação do vereador Renato Cinco e da companheira Lurdinha, do Movimento Nacional de Luta pela Moradia (MNLM), o debate sobre Cidade, Estado e Criminalização abriu o acampamento. No intervalo entre os espaços de discussão, dinâmicas poéticas e lúdicas traziam a realidade de violência, exploração e opressão que a juventude sofre. Em todas as mesas, metade das falas e dos papéis de organização foram reservados às mulheres, combatendo a exclusão histórica da participação feminina nos espaços públicos e políticos. As atividades práticas, como a limpeza, a alimentação e o cuidado das crianças, também foram compartilhadas por todo(a)s, a partir da divisão dos participantes em brigadas de trabalho. Apesar disso, não faltou espaço para os esportes, festas e banhos de piscina, em que o combate às opressões esteve presente de forma criativa.

O encontro reuniu jovens do Rio de Janeiro, Caxias, Magé, Nova Iguaçu, Niterói, Casimiro de Abreu e Volta Redonda, além de representantes de experiências semelhantes em São Paulo, Paraná, Espírito Santo e Brasília. Ao final, deliberou uma agenda comum de ações, uma análise profunda das tarefas da juventude na conjuntura e foi o berço da criação de um novo coletivo de jovens: o Coletivo de Juventude da Baixada Fluminense. Para dar continuidade aos debates, ocorrerá um seminário no início de novembro.

Na segunda-feira, os jovens que estiveram reunidos no acampamento participaram da manifestação contra o leilão do campo de Libra, deixando sua marca na resistência à Força Nacional.

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Centenas de jovens anticapitalistas se reunem esse fim de semana

Jovens de todo o Estado do Rio participarão, a partir de sexta-feira (18), do Acampamento Anticapitalista das Juventudes, em Guapimirim.  O espaço auto-organizado é uma iniciativa nascida do encontro, a partir das mobilizações de junho, de diversos movimentos sociais que atuam na luta antiproibicionista, estudantil, por cultura popular, feminista, anti-homofóbica e agroecológica.

Na programação, estão presentes temas como poder popular, caracterização da juventude, oficinas culturais, opressão das mulheres, negros e negras e LGBTs, além do debate sobre ecologia radical.

Seu objetivo é ser um espaço livre de opressões, em que a nova geração política brasileira consiga elaborar novas formas de ação, luta e organização, somando a experiência histórica dos movimentos sociais com a ousadia de novas experiências nas áreas de comunicação, cultura e manifestações populares.

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Polícia Expulsa Manifestantes do Ocupe Cabral

 

Foram 10 dias de ocupação no bairro mais valorizado do Rio. Cerca de 15 pessoas montaram barracas, na Avenida Delfim Moreira, esquina com a Rua Aristide Espindola, no Leblon a uma distância de 100 metros da casa do governador Sergio Cabral. O acampamento contava com a simpatia dos vizinhos, que o abastecia com comida, bebida e outros itens.

O grupo pleiteava uma reunião com o governador, mas na última quinta-feira (27), Sergio Cabral armou um falso encontro com cinco jovens que não integravam o “Ocupe Cabral”. Descoberta, a farsa foi apelidada de “Reunião Mandrake”, pela própria mídia. O teatro foi tão mal ensaiado, que na saída, os falsos manifestantes não quiserem falar com a imprensa.

Na noite desta segunda-feira (01), o Secretário de direitos humanos, Zaqueu Teixeira (PT) foi ao local conversar com os manifestantes. Zaqueu deu um prazo de 24h para que o grupo apresentasse uma pauta, mas às 3h da manhã, sem mandato judicial, a polícia foi ao local e de forma violenta retirou os ocupantes do acampamento. Um dos jovens foi preso e liberado após pagar fiança. Zaqueu Teixeira não se pronunciou sobre a falta de palavra do próprio.

Nesta quinta-feira (04), um grupo intitulado de anônimos promete voltar com força total para frente da casa do governador. O evento convocado pelo facebook já tem mais de 6 mil confirmações. O grupo promete refazer o acampamento com o dobro do número de pessoas. Será que Cabral agora escuta as ruas?

Oficina de cartazes e faixas no IFCS

Oficina de cartazes e faixas no IFCS

Repetindo a vitoriosa experiência do ato passado, haverá uma oficina de cartazes e faixas para a manifestação, a partir das 14h, no IFCS (Largo do São Francisco). O Instituto servirá também de ponto de encontro para o Bloco “Nada deve parecer impossível de mudar!” e para diversos movimentos sociais. Nosso mandato estará lá!

Marcha em defesa da educação pública reune estudantes e professores

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Centenas de estudantes e professores marcharam pela Av. Rio Branco em direção à ALERJ nesta quinta-feira (21/3). O ato foi convocado pelo Fórum Estadual em Defesa da Escola Pública (FEDEP), professores que estavam em assembleia do Sindicato Estadual dos Professores (SEPE) também incorporaram o ato.

O vereador Renato Cinco participou da marcha.

Juventude