Chuva, crise da água e os desafios do colapso ambiental

O ano de 2020 começou com alertas para o agravamento do colapso ambiental. Ainda em janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais e São Paulo sofreram com chuvas devastadoras. No início de março, novas tragédias ocorreram, agora castigando a Região Metropolitana do Rio e a Baixada Santista.

Ao comentar sobre o aumento na intensidade dos eventos climáticos no plenário da Câmara, Renato Cinco citou ainda os incêndios na Austrália, que só perderam força com a chegada de tempestades, e a mudança de parte da cidade de Jacarta, na Indonésia, por conta do aumento do nível do oceano.

Cinco também lembrou que a década 2020-30 será fundamental para superarmos o modelo de desenvolvimento capitalista e evitar o colapso da civilização: “estamos tornando inviável a vida de uma geração que já nasceu”, lamentou Cinco.

Outro ponto abordado no primeiro discurso de 2020 foi a crise no tratamento de água realizado pela CEDAE. O sistema Guandu, que abastece a maior parte da Região Metropolitana do Rio, depende da água do rio Paraíba do Sul.

“O Rio Paraíba do Sul está chegando ao Guandu podre, contaminado por vários municípios que cresceram e não prepararam o saneamento para que as águas sejam tratadas antes de chegarem ao Paraíba do Sul. Contaminado pela agroindústria que cresceu, pelas indústrias que poluem, agora, com detergente”, criticou Cinco.

Veja a íntegra do discurso: