A educação não pode pagar a conta da crise econômica

Na última quarta-feira (01), profissionais da rede estadual de educação realizaram uma paralisação de 24h e um um ato nas escadarias da ALERJ. Na ocasião, foi realizada uma aula pública para denunciar o corte de verbas no setor feito por Pezão.

As unidades de ensino foram afetadas com a redução de 20% do orçamento, determinado pelo governador no início de 2015. O “ajuste” afeta todas as áreas: das atividades acadêmicas ao serviço de limpeza.

Para o SEPE (Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação), a escola pública não pode ser penalizada pela crise econômica. Os manifestantes também defenderam a destinação de 1/3 da carga horária para o planejamento docente; 30 horas de trabalho para os funcionários administrativos; a regulamentação dos animadores culturais; e não ao sábado letivo.

“Esse problema nas unidades de ensino é uma consequência direta da política de privatização. Com a crise econômica, os trabalhadores terceirizados são demitidos e as escolas não conseguem abrir”, declarou o vereador Renato Cinco (PSOL) durante o protesto.