E se a cidade fosse nossa?

w

Imaginem se todos nós, moradores da cidade, tivéssemos a possibilidade de pensar coletivamente sobre o Rio de Janeiro que queremos? Essa é a proposta do PSOL Carioca ao lançar, no próximo dia 15 de junho, às 18h, na ABI (Associação Brasileira de Imprensa), o movimento “Se a cidade fosse nossa”: dar uma pequena contribuição para que tantos sonhos e desejos por uma cidade de direitos e que atenda às demandas e necessidades da população possam se encontrar, e transformar indignação em ação.

Para conhecer e entender melhor o “Se a cidade fosse nossa”, acesse a página e o evento no Facebook. Leia também a carta convite do movimento:

CONVITE:

E se a cidade fosse nossa? Essa é a pergunta que nos une em movimento na luta por uma cidade de direitos, em que a promoção da cidadania seja o princípio de todas as políticas públicas, e as pessoas possam decidir sobre os assuntos que impactam em suas vidas, como Saúde, Moradia, Educação, Transporte e Segurança. Queremos um Rio de direitos, mais humano, em que a vida esteja acima do lucro.

É deste sentimento que o PSOL Carioca lança o movimento “Se a Cidade Fosse Nossa”, aberto a todas e todos que desejam se organizar em torno deste ideal. Nosso objetivo é criar uma estratégia de mobilização popular para superar o atual modelo de cidade, baseado na falta de transparência pública, na desigualdade social, na destruição ambiental, no patrimonialismo, no racismo, no machismo, na homofobia e no fundamentalismo religioso.
Nossa proposta é construir uma rede de ações, ampla e transversal às políticas setoriais, para promover a justiça socioambiental, a participação popular e defender as liberdades daqueles que são oprimidos em função de sua classe, gênero, raça, sexualidade, religião, idade, cultura e corpo. Trata-se de um trabalho em aberto e em permanente produção.
Vamos organizar um ciclo de seminários temáticos e encontros de bairro que, aliado a uma plataforma virtual, nos permita elaborar um projeto alternativo junto com você. Acreditamos, assim, que outra cidade é possível!

Defendemos o fortalecimento da democracia em todos os espaços públicos, através da consolidação e ampliação de mecanismos de acesso à informação, de consulta popular e de controle social nos processos de tomada de decisão. Mais do que uma reforma institucional, almejamos a transformação do poder e da forma de exercê-lo.

Queremos ouvir as vozes das ruas e construir um novo modelo de governo com e para as pessoas. Para isso, não há dúvidas, o poder público não pode se comportar como um balcão de negócios, subordinando as políticas públicas aos interesses das grandes corporações. Ao contrário, deve funcionar como um instrumento de promoção do interesse público. Da arte ao lazer, da saúde à educação, da segurança à mobilidade, do esporte ao carnaval, nossa meta é trabalhar por uma cultura de direitos que nos permita superar o atual modo de produção, consumo e descarte e construir um novo futuro para o Rio de Janeiro.

Participarão do evento:

Marcelo Freixo  (professor de história e militante de Direitos Humanos)
Raquel Rolnik  (arquiteta e urbanista, professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP)
Vladimir Safatle  (filósofo e professor da USP)
Monica da Cunha (fundadora e coordenadora do Movimento Moleque)

Participe!  Sua mobilização é essencial para pensarmos um Rio de Janeiro mais democrático.

Lançamento do movimento “Se a Cidade Fosse Nossa”

Data: 15 de junho de 2015

Horário: 18h

Local: Associação Brasileira de Imprensa (ABI)
Endereço: Rua Araújo Porto Alegre, 71 – Centro/RJ