Desmonte: privatizar não ajuda o Rio

Na última terça-feira (05), o presidente em exercício Rodrigo Maia assinou acordo de recuperação fiscal do Rio de Janeiro. As lágrimas de Maia ao assinar o documento não são capazes de nos sensibilizar. Por trás do acordo, é a qualidade vida da população carioca que está em risco, já que as garantias para recuperar Estado do Rio afetam diretamente os serviços públicos.

Pela primeira vez a intenção de fechar as universidades estaduais foi oficialmente documentada. Em parecer, assinado pela Secretária do Tesouro Nacional Ana Paula Vescovi, são sugeridas mais medidas de arrocho além das aprovadas anteriormente na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (ALERJ): extinção de mais empresas públicas, fim da oferta de ensino superior estadual, demissão de servidores ativos e aumento da contribuição previdenciária.

Em discurso no plenário, Renato Cinco criticou a lógica privatista do acordo e defendeu a UERJ. “O que está acontecendo é um ataque mortal e sem precedentes a uma das universidades mais importantes do país. Não podemos deixar que a educação seja penalizada pela crise”, declarou.

Veja a íntegra do discurso:

Em troca de empréstimos e adiantamento dos royalties do petróleo, o governo estadual deverá entrar em um programa de ajuste fiscal pelos próximos três anos. “Por mais que o Pezão e outras autoridades digam que a privatização não está na pauta, essa notícia do Tesouro Nacional indica sim quais são as intenções dos ilegítimos”, finalizou Cinco.

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