Resistir é preciso

A tentativa do governo Bolsonaro de mobilizar, no dia 26 de maio, multidões em defesa de reformas e medidas que atacam os direitos do povo fracassou. As manifestações que ocorreram em Belo Horizonte e Fortaleza foram menores que as Marchas da Maconha que aconteceram nestas cidades no mesmo final de semana.

A Greve Geral marcada para o dia 14 de junho é um importante caminho para resistir contra os ataques do governo Bolsonaro e para defender o serviço público brasileiro.
No plenário da Câmara Municipal, o vereador Renato Cinco criticou as iniciativas de enxugamento da máquina pública que atentam contra o povo brasileiro.

“O Estado brasileiro está longe de ter o tamanho mínimo para garantir o atendimento das necessidades básicas da nossa população. Já citei várias vezes aqui: o Brasil (com o governo federal, estadual e municipal) gasta menos de US$ 2.500,00 por ano por habitante. É impossível garantir a qualidade de vida da nossa população com esse tamanho de Estado, pior é reduzi-lo ainda mais”, defendeu Cinco.

Veja a íntegra do discurso:

Bolsonaro corta o orçamento da educação ao mesmo tempo que a população demanda melhora na qualidade de ensino; amplia, sem nenhum critério técnico, a permissão para o porte de arma em um país que sofre com a violência; amplia as permissões para utilização de agrotóxicos e abandona o trabalho de fiscalização do meio ambiente em plena crise do aquecimento global.

A Greve Geral marcada para o dia 14 de junho é um importante caminho para resistir contra os ataques do governo Bolsonaro e para defender o serviço público brasileiro.

“O caminho que o povo brasileiro precisa trilhar, eu acho que ainda não está claro para todo o mundo. Mas, no domingo, 26 de maio, ficou demonstrado que o povo brasileiro não acredita no caminho apontado pelo presidente Jair Bolsonaro e pela maioria do Congresso Nacional”, destacou Cinco.