Ecossocialismo ou barbárie!

Na quarta-feira (5), Dia Mundial do Meio Ambiente, estivemos na Unirio para participar do debate “Consequências do desmonte e desafios da política ambiental na cidade do Rio de Janeiro”, promovido pelo Grupo de Estudos em Educação Ambiental desde el Sur (GEASur), o Permacultura Lab e Observatório da Educação Ambiental (Observare).

Dividimos a roda com Roberta Donati (Instituto Permacultura Lab), Pedro Graça Aranha (Os Verdes – Movimento de Ecologia Social), Julio Holanda (Assessoria de justiça socioambinetal – Mandato Flávio Serafini, mestre em planejamento urbano e regional IPPUR/UFRJ), Sérgio Ricardo (Movimento Baía Viva) e Celso Sanchez (GEASur).

Durante o debate, diversos problemas foram apontados. Mudanças climáticas, fauna e flora cada vez mais ameaçadas, comunidades removidas. Tudo em nome de um modelo socioeconômico falido que destina aos mais pobres as piores consequências da degradação ambiental.

Se consideramos o capitalismo insustentável e incapaz de conduzir a humanidade para a superação da crise ambiental que vivemos hoje, o desafio da humanidade é refundar a civilização. “Precisamos substituir a economia que tem por objetivo o lucro por uma nova economia que tenha como objetivo garantir o bem-estar e as condições de reprodução da sociedade”, destacou Cinco.

O vereador Renato Cinco lembrou ainda de lutas atuais em defesa do ambiente no Rio de Janeiro, a exemplo da mobilização contra a destruição da Floresta do Camboatá para a construção do Novo Autódromo na cidade, proposta defendida pelo prefeito Marcelo Crivella e abraçada por Witzel (governador do RJ) e pelo presidente Jair Bolsonaro, um recordista em propostas danosas ao meio ambiente.

E também falou sobre a necessidade de organização popular para mudar o rumo das coisas e construir uma sociedade onde a vida e a natureza estejam acima do lucro.

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Ecossocialismo ou barbárie!